a-republica-das-palavrasA República das Palavras é um conjunto de relatos continuação do anterior Made in Galiza. A metade deles já foram publicados em diferentes espaços da rede e em diferentes meios digitais; a outra metade são inéditos. Neles, fala-se, sempre do ponto de vista do otimismo, do poder das palavras para ajudar a transformar o mundo, dos sentimentos e das emoções na vida ou de diferentes reflexões sobre a conceição ecológica da língua.

Da contracapa do livro:

Este é um livro Made in Galiza

de última geração: com NHs

e novas perspetivas sobre as pessoas e o mundo.

Se tens este livro na mão, dissimula.

Podes fazer parte dos milhares de pessoas

que estão a organizar as palavras

para mudar o mundo.

Alegria, peixe voador,

humor, Quero-te, spray,

imaginação, corvos faladores,

criatividade, rebeldia, mulheres…

                                                                                            Dissimula, não levantes os olhos

                                                                                           do livro, podem estar a vigiar-te.

                                                                                    Viaja polo teu interior.

                                                                                       E não fagas caso da gente que diz

                                                                                        que as palavras não mudam o mundo.

                                                                                         Porque sabes que as palavras mudam as pessoas.

 

 

FICHA TÉCNICA AUTOR:

Ano: 2015

Capa: brochado

14 x 21 cm

164 páginas

ISBN: 978-84-87305-91-7

DL:C 617-2015

PVP: 13 €

Diagramador: Miguel R. Penas

Desenho de capa: Pancho Lapeña

sechu-sende

Séchu Sende, (Padrom, 1972) é poeta e narrador, sociolinguista, ativista social e domador de pulgas no ‘Galiza Pulgas Circus’. A sua obra Made in Galiza foi traduzida ao curdo, ao turco, ao catalão, ao euskera. Os seus textos convertem-se em canções, obras de teatro, lemas de camisolas, curta-metragens ou campanhas de publicidade social. Também escreve textos de guerrilha da comunicação, manifestos da Resistência, listas da compra e palavras como tattoos nas mãos das suas duas filhas.

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