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A história do futebol também é a dos desafios feministas, a da democracia corinthiana de Sócrates e companhia, a da biblioteca operária do Canido Sporting, a do Breogán F.C., a das mocidades galeguistas, a das seleções nacionais auto-geridas das Siareiras Galegas, a da reinvenção do futebol gaélico ou a do Encrobas Clube de Fútbol (“fura, fura, que Encrobas dura!”), símbolo que mantém viva a paróquia destruída por FENOSA. Este outro futebol, o que amavam Eduardo Galeano e Pier Paolo Pasolini, é o que está trás este livro de Carlos Taibo. Ele, como já fizera no seu dia o anarquista Manuel Rodríguez Matos, tanto pode dar um comício aos peões de Ordes e Celas de Peiró como falar na Sociedade Deportiva de los Castros sobre a ética no desporto e fazer as duas cousas como parte do mesmo projeto: sermos mais livres.

Do prólogo de Carlos C. Varela

FICHA TÉCNICA AUTOR:
Data de impressão: novembro 2016, 1ª edição
Edita: Através Editora
Descrição: 102 páginas, 13 x 19 cm
Encadernação: brochado
Coleção: Através das Letras, 25
Diagramação: Xemma Fernández
Desenho de capa: Andrea López
Montagem das capas: Xúlio Zé
ISBN: 978-84-16545-06-3
Depósito legal: C 2008-2016
Preço Clube: 8 €
Preço Livrarias: 10 €

Carlos Taibo é professor de Ciência Política na Universidade Autónoma de Madrid. Tem trabalhado sobre as mudanças na Europa oriental, a globalização e os movimentos de resistência. Na Através publicou Parecia não pisar o chão. Treze ensaios sobre as vidas de Fernando Pessoa (2010) e, com Arturo de Nieves, Galego, português, galego-português? (2014).


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