Os manuais de Historiografia linguística que usamos no século XXI não incluem nenhum nome feminino. Nenhum. Várias gerações de mulheres conseguiram no passado século aceder a um espaço social com um lugar próprio nos estudos de Humanidades – que chegam a ser evocados às vezes como um lugar propício para encontrar marido –. Seria de imaginar que muitas delas tivessem escolhido a Linguística. Filólogas, professoras de idiomas, tradutoras fazem parte do vago catálogo das mulheres consideradas instruídas e, nesse contexto, como é que nenhuma delas consegue visibilidade como tal nos manuais que pretendem apresentar o percurso da disciplina? Acaso nenhuma delas foi boa o suficiente?
Linguística escreve-se com A
Através das ideiasOs manuais de Historiografia linguística que usamos no século XXI não incluem nenhum nome feminino. Nenhum. Várias gerações de mulheres conseguiram no passado século aceder a um espaço social com um lugar próprio nos estudos de Humanidades – que chegam a ser evocados às vezes como um lugar propício para encontrar marido –. Seria de imaginar que muitas delas tivessem escolhido a Linguística. Filólogas, professoras de idiomas, tradutoras fazem parte do vago catálogo das mulheres consideradas instruídas e, nesse contexto, como é que nenhuma delas consegue visibilidade como tal nos manuais que pretendem apresentar o percurso da disciplina? Acaso nenhuma delas foi boa o suficiente?
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| Título | Linguística escreve-se com A |
|---|---|
| Autoria | Teresa Moure |
| Género | Ensaio |
| Ano de edição | 2022 |
| Descrição | 324 páginas, 17 x 24 cm |
| Encadernação | Brochado |
| Coleção | Através das Ideias 13 |
| Diagramação | Teresa Crisanta V. Pilhado |
| Capa | Miguel Durán |








