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Luís Gonçales Blasco, Foz: “1972 é um ano chave para muitas coisas”

Na Através Editora acabamos de lançar a nossa última novidade, da coleção Através de Nós:  A UPG em Portugal e alguma coisa mais, um ensaio do histórico militante Luís Gonçales Blanco. O livro, que caminha entre a história política e o relato em primeira pessoa,  é um excelente documento para compreender a magnitude das relações dum partido da esquerda soberanista galega com as diversas organizações que naquela altura lutavam por um mundo distinto. Para saber mais, falamos…

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Paulo Fernandes Mirás: “Devemos quebrar em pedaços para nos recompormos devidamente”

Depois de ter publicado as Antologias poéticas de Carvalho Calero mais de Ernesto Guerra da Cal, o Paulo Fernandes despe-se de novo connosco e dá-nos indicações e trilhas a seguir para abrir o apetite do seu Estado Demente comrazão. O seu primeiro livro de poesia que vem a ser publicado por Através.   Quem lê ou estuda muita poesia (depois dos teus livros anteriores) sempre guardamos um poeta no armário disposto a sair? Acho que foi após…

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Séchu Sende: “Somos essencialmente animais poéticos”

O povo improvisador, editado recentemente pela nossa editora, é um conjunto de relatos de Séchu Sende arredor da regueifa. Falamos com o autor sobre esta obra que chega sete anos depois da República das Palavras. Levas tempo centrado na regueifa, junto ao Manolo Maseda, e suponho que cheio de experiências. Porque sentiste a necessidade de fazer O Povo improvisador? O Projeto Regueifesta nasceu em 2015 entre o escola em que trabalhava Manolo  Maseda, em Baio, e o…

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Lorena López: “Cumpre não só repararmos na questão da visibilidade, mas em como se visibiliza, que se salienta, que se esquece ou que achegas ficam ocultas e por que”

Lorena López López (O Páramo, 1983) é a autora da mais recente novidade editorial da Através, Ainda invisíveis? Narradoras e margens na literatura galega contemporânea. Filóloga, professora e poeta – sob o nome Lorena Souto –, oferece neste livro um outro olhar à escrita em prosa de quatro autoras atuais: Margarita Ledo, Teresa Moure, Patricia A. Janeiro e Cris Pavón. Num contexto em que cada vez mais editoras lançam “coleções lilás” torna-se necessário pesquisar quem fica dentro…

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Valentim Fagim: “Através Editora chega aos 100 clubistas”

Que representa a Através Clube para o nosso projeto editorial? Na Galiza, há duas sensibilidades sobre o que a nossa língua é, e que se transparecem na forma de escrever. O jeito que eu estou a usar agora mora na periferia social. O espaço central, que não por acaso usa a ortografia do castelhano, gera oportunidades para as editoras que sigam o seu modelo, bem como gera muros para nós. Um exemplo. As bibliotecas galegas compram alguns…

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Teresa Moure: “A linguística, como todas as ciências, adotou um perfil burguês, ocidental, branco e patriarcal”

O livro tem como subtítulo A perspetiva de género nas ideias sobre a linguagem. Deve entender-se que estás a renunciar à etiqueta de linguística feminista? Em absoluto. Nunca se investiga sem ideologia e eu adoto explicitamente esse ponto de vista. No entanto, pretendo chegar a um público amplo. O livro pode ser lido tanto por feministas que não saibam da Linguística quanto por linguistas homens, que não se sentam excessivamente interpelados pelo feminismo. O meu objetivo,…

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Carlos Taibo: “A língua é a mais excelsa das criações do ser humano”

O Carlos Taibo é alto, usa óculos e gosta de brincadeiras. No seu rosto sem barbear campa um sorriso que transmite aconchego e singeleza. Nom o larga em toda a conversa e fai-me lembrar o humorismo de Castelao, um ar lírico misturado com a vida aceda de quem sonha com um mundo mais justo, mais igualitário, mais humano.   Nom é muito comum fazer autobiografias com focagens tam específicas, como surgiu a ideia de escreveres…

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Antom Fortes Torres: “A arte foi um flutuador que não me falhou nunca”

Entrevistamos Antom Fortes Torres (Sárria, 1957) que vem de publicar pela primeira na Através Editora dois livros de poesia que perfazem um só. Em Gris Cinza / Barbarie, Crisântemos e um Urbano Lugrís o poeta traz-nos uma proposta com uma forte componente sociopolítica, envolvida muitas vezes num pessimismo que conforma um universo de palavras que não querem operar de acordo com os trâmites do conforto. Apesar de serem dois livros com distintas texturas, desvela-se ao longo de…

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Mário Herrero Valeiro: “A devastação é também um mercado”

Mário J. Herrero Valeiro traz-nos nova colheita depois de “Fé do Converso” editado também pela Através Editora em 2019. Em “Ética do Abandono” o poeta revela-nos imagens talhadas com a precisão de quem conhece o inferno humano e o integra perfeitamente na realidade, ou, na verdade, do poema. É uma espécie de panorâmica pensante e viva, um lugar que recebe e incarna o acontecimento. Cada poema é um artefacto que está talhado para nos seduzir,…

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Paulo Fernandes Miras: “A obra do Guerra, apesar de ter sido um eterno emigrante, tem características comuns com a poesia dos que ficaram na Galiza”

Após o recente lançamento em Através Editora da antologia da poesia em galego de Ernesto Guerra da Cal, falamos com o investigador ordense Paulo Fernandes Mirás, autor da coletânea, que já foi o responsável da antologia poética de Ricardo Carvalho Calero (2019) e da biografia de Ricardo Carvalho Calero (2020) publicada na editora Ir Indo. É professor de língua e literatura galegas e Académico Correspondente da AGLP. Como é que surgiu a ideia de publicar esta nova antologia? Estava a…

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